O Dr. Mauro Ronaldo é Coronel PM da reserva e ex-Comandante-Geral da Polícia Militar de Rondônia — hoje com escritório em Cascavel/PR, atuando de forma remota em processos disciplinares de militares em todo o país. Campo Grande sedia o Comando Militar do Oeste (CMO), o que torna a cidade um polo relevante para processos envolvendo militares das Forças Armadas, além dos processos da PMMS e do CBMMS.
Ocupou o mais alto posto de comando da Polícia Militar de Rondônia, com conhecimento direto de como as decisões disciplinares são tomadas dentro de uma corporação militar.
Ingressou na PMRO em 1994 e passou por comandos de pelotão, companhia e pela formação de oficiais antes de chegar ao topo da hierarquia.
Atuou como Chefe da Assessoria Especial junto ao Tribunal de Justiça de Rondônia, com experiência direta na relação entre corporações militares e o Judiciário.
Formou-se em Direito e concluiu pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil, unindo a vivência militar à formação jurídica técnica.
Campo Grande sedia o Comando Militar do Oeste (CMO), um dos grandes comandos regionais do Exército Brasileiro, responsável pela presença militar na faixa de fronteira do Centro-Oeste. Some-se a isso a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), corporações estaduais com seus próprios regulamentos disciplinares — o que faz de Campo Grande uma cidade com volume relevante de processos militares, tanto estaduais quanto federais.
O regulamento disciplinar da PMMS — também aplicado ao CBMMS — é o Decreto nº 1.260/1981. Como na maioria dos estados, Mato Grosso do Sul não tem Tribunal de Justiça Militar próprio: os recursos tramitam na Auditoria da Justiça Militar Estadual da Comarca de Campo Grande, vinculada ao TJMS.
A distância entre Cascavel/PR e Campo Grande não é um obstáculo — é uma logística já pensada para funcionar:
Cada caso tem suas particularidades. O regulamento disciplinar aplicável, os prazos e o rito de cada procedimento variam conforme a corporação e a gravidade dos fatos apurados. Uma análise prévia do caso concreto é sempre o caminho mais seguro antes de qualquer decisão.
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